Como quem tece um xaile para o frio da alma, eu invento os teus braços nos meus ombros... o verão da tua boca na minha pele. No meu outono, agreste, invento-te. E a tua lembrança, que não foi nem houve, porque não existes... ou o teu destino é longe, e noutro lugar atravessa a noite.
Sem comentários:
Enviar um comentário